Domingo
02 de Agosto de 2026 - 
Egg & Gomes Advogados atua em defesa de Policiais Militares junto à PMMG, Estado e Tribunais
Egg & Gomes Advogados em defesa da Família, atuanado com Direito da Família (Divórcios, Filhos, Inventários e etc.)
Egg & Gomes Advogados conta com experiência em mais de 2.000 processos em direito Tributário
Egg & Gomes Advogados atua em Direito Administrativo em geral, inclusive demissões de Agentes Públicos Contratados
Egg & Gomes Advogados ajuda sua empresa a solucionar questões Judiciais e Extrajudicias, Cobranças e questão societária
CONSUMIDOR - A Egg & Gomes Advogados defende seus direitos, não fique frustrado nós temos a solução
PM - Policial Militar, você nos protege e zela por nós e a Egg & Gomes Advogados terá a honra em proteger o seu Direito
Trabalhador e Empregador - A Egg & Gomes Advogados o auxiliará a não haver injustiça para com seus direitos
Atleta - A Egg & Gomes também trabalha com Direito Desportivo, não vá só ao Tribunal Desportivo, nós o acompanhamos
Imóvel - A Egg & Gomes Advogados soluciona todas as questões relativas a seu imóvel (Alugueis, Despejo, Possessórias)
NÃO DEIXE SEUS DIREITO LHE ESCAPAR, DEIXE QUE A EGG & GOMES ADVOGADOS DEFENDA SEUS DIREITOS

Acesso para os Clientes

Cliente, acesse aqui suas informações, preenchendo seu Login e Senha fornecidos.

Notícias em seu email

Cadastre seu Email para receber notícias do Egg & Gomes Advogados.

Previsão do Tempo

Segunda-feira - Belo Horizo...

Máx
27ºC
Min
21ºC
Chuva

Terça-feira - Belo Horizon...

Máx
30ºC
Min
20ºC
Chuva

Segunda-feira - Igarapé, M...

Máx
26ºC
Min
21ºC
Chuva

Terça-feira - Igarapé, MG

Máx
29ºC
Min
20ºC
Parcialmente Nublado

Notícias

Acesso Email por Advogados

Advogado, acesse aqui o Email do Egg & Gomes Advogados.

Notícias

Artigo publicado na Revista CNJ descreve a anatomia da violência no sul do Pará

Como o garimpo ilegal e as facções criminosas se relacionam no sul do Pará? Essa é a questão central analisada pelo juiz de Direito titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Belém, Homero Lamarão Neto, e o mestre em Direito, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional pelo Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa), George Hamilton Maués.  Em artigo publicado na Revista CNJ, os autores analisam esta relação sob uma perspectiva de violência estrutural na região, articulando os impactos sobre a segurança pública e o ambiente.  “Em particular, quando se assume que violência é apenas ato inpidual de agressão de um inpíduo contra outros inpíduos, tende-se a invisibilizar o papel fundamental das estruturas sociais e econômicas que distribuem (ou não) riscos, acesso a direitos e oportunidades”, apontam.  Segundo eles, ao contrário, a violência estrutural opera sem um agressor inpidual identificável e se expressa por privações evitáveis: falta de acesso à saúde, educação, trabalho digno, saneamento e proteção.  No plano normativo, acrescentam, reconhecer a existência da violência estrutural reorienta as políticas públicas, ao se constatar que após operações repressivas episódicas as atividades ilegais tendem a retornar sob novos arranjos. Violência cultural e estrutural Desta forma, eles afirmam que no sul do Pará, a violência cultural pode aparecer em narrativas que naturalizam a destruição como preço do progresso; já a violência estrutural garante alternativas econômicas e proteção territorial na falta de políticas públicas. “Na Amazônia, a violência estrutural se articula a um modelo de ocupação territorial marcado por ciclos extrativistas e por projetos de integração que frequentemente operaram mediante violência sistêmica e destruição ambiental”, descrevem.  De acordo com eles, entre os fenômenos contemporâneos que reativam esse padrão, o garimpo ilegal de ouro se destaca por combinar degradação ambiental, conflitos fundiários, violações de direitos humanos e a internalização de circuitos ilícitos nas economias locais.  Eles evocam a noção de racismo ambiental para ancorar a descrição de como os riscos e danos recaem de forma desproporcional sobre povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, cujos modos de vida dependem do território e dos rios. “Contaminação por mercúrio, assoreamento, perda de alimentos tradicionais e deslocamento forçado são exemplos de impactos ambientais territorializados”, enumeram.   Nesse contexto, analisam os autores, as facções criminosas chegam para explorar condições estruturais antigas com problemas estruturais históricos, procurando negócios ilegais que sejam adequados às suas práticas criminosas, como a exploração ilegal de ouro. Possibilidades Na avaliação deles, as estratégias eficazes devem priorizar inteligência compartilhada em tempo real entre Polícia Federal (PF), Agência Nacional de Mineração (ANM), Ministério Público Federal (MPF) e Forças Armadas, com bases permanentes em polos garimpeiros e uso de drones para monitoramento contínuo.  “Paralelamente, investimentos em alternativas econômicas sustentáveis, como agrofloresta comunitária, piscicultura e ecoturismo, valorizando saberes indígenas e ribeirinhos, podem romper a dependência do ouro ilegal, combinados a programas de regularização fundiária que fortaleçam territórios tradicionais”, recomendam.  Texto: Mariana Mainenti Edição: Beatriz Borges Revisão: Cauã Samôr Agência CNJ de Notícias Número de visualizações: 9
28/07/2026 (00:00)
Visitas no site:  178407
© 2026 Todos os direitos reservados - Certificado e desenvolvido pelo PROMAD - Programa Nacional de Modernização da Advocacia